"Esta noite 200 milhões de crianças dormirão nas ruas, mas nenhuma delas é cubana." FIDEL CASTRO

sábado, 16 de julho de 2011

O REI ESTÁ NÚ MINHA GENTE! Acabem com a bajulação!!!




A dívida estadunidense é impagável nos termos combinados, logo a moratória branca já está em curso com as sucessivas emissões de papel moeda, o tal dólar furado e sem lastro que inunda os bolsos dos tolos ao redor do mundo!

O lastro é garantido pelas armas e com a ajuda dos eternos entreguistas que existem em todos os países do mundo.
Sempre existirá um CAIM disposto a matar seu irmão ABEL!

Só resta aos caloteiros recorrerem e dependerem dos BUTINS obtidos em suas eternas “guerras de conquistas”…na vã tentativa de bancar o “american way of life” – o que na verdade não é o padrão de vida de todos que naquela terra habitam!

Enquanto existirem países a serem privatizados e obrigados, como a Grécia, a pagarem juros de agiotagem aos banqueiros, eles vão empurrar com a barriga e continuar jogando a sujeira para baixo do tapete e sempre posando de “país das oportunidades, dos direitos humanos e da democracia!”

Enquanto existirem países como o Iraque, Líbia e o Afeganistão, eles, com a ajuda e conivência dos outros neoclonialistas, vão continuar invadindo para implantarem a “democracia” e a “liberdade de expressão”. 

Eles sabem que com o Irã é diferente...

O PIOR É QUE AINDA TEM MUITA GENTE QUE ACREDITA EM PAPAI NOEL E COLHINHO DA PÁSCOA, COM A AJUDA DE TODA A MÍDIA PARA CONFUNDIR DIFUNDINDO A MENTIRA!


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quinta-feira, 14 de julho de 2011

CAMPANHA ATEÍSTA

Nada mais havendo a tratar, determinou o presidente que eu, Ornitorinco e Secretário ad hoc, lavrasse esta ata que assombrará todos os que nela puserem os olhos. Santa Coisotinha das Almas Penadas e Cheias e Culpa, 12 de julho de 2011.


eeeeeeee







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sexta-feira, 8 de julho de 2011

APURAR OU NÃO APURAR? EIS A QUESTÃO

Mino quer a cabeça do Johnbim e do Zé.


Dilma é a ofendida

O Daniel Dantas chama o Ministro da Justiça de Zé



Saiu na Carta Capital irretocável editorial do Mino Carta.

Com o Palocci e o PRasil no Ministério dos Transportes, a Presidenta, de fato, é a ofendida.

Mino suspeita que o Palocci esteja na origem da trampa do Abiliô no BNDES.

Mino não entende por que o Johnbim não pede demissão.

E por que o Zé Cardozo – clique aqui para saber por que o pessoal do Daniel Dantas chama ele de Zé – ainda esta lá .

Cardozo, provavelmente, suspeita o Mino, é indicação do PT.

Este ansioso blogueiro vai mais longe.

O Zé escolheu para dirigir a Polícia Federal o delegado que lutou desesperadamente para impedir que a Satiagraha prendesse o passador de bola apanhado no ato de passar bola – clique aqui para ver o vídeo que o Gilmar Dantas (*) ignorou e mostra o momento da passagem de bola no jornal nacional.

O Zé tinha também uma Consultoria – êpa ! êpa !

Johnbim anunciou que, sob sua guarda, sumiram os registros da tortura no regime militar.

E disse isso com alívio, com desdém.

Que venha a Comissão da Verdade !

A Verdade pegou fogo !

Johnbim pode acabar atrás das grades por causa disso, se depender do emérito professor Fábio Comparato.

Mino espera que a Presidenta complete a obra de varrer a sujeira.

Dilma não quer saber de aditivo.

E deveria ter uma conversa em particular com o Pagot: ele vale ouro !


Paulo Henrique Amorim


http://www.conversaafiada.com.br/politica/2011/07/08/mino-quer-a-cabeca-do-johnbim-e-do-ze-dilma-e-a-ofendida/?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+pha+%28Conversa+Afiada%29

quinta-feira, 7 de julho de 2011

EM SERGIPE E NO BRASIL INTEIRO!

Corrupção: ritmo é sempre lento

É devagar quase parando, é muito lento o rito processual utilizado para punir os gestores que distribuem os cargos de maior remuneração com familiares e desviam recursos públicos de forma escancarada.
07/07/2011

É devagar quase parando, é muito lento o rito processual utilizado para punir os gestores que distribuem os cargos de maior remuneração com familiares e desviam recursos públicos de forma escancarada.

“Em Sergipe nem em sonho acontece uma punição efetiva e exemplar”

Para se ter ideia dessa lentidão, basta observar que em Sergipe nos últimos 30 anos não há um único exemplo de gestor preso por ter praticado crime de improbidade administrativa, embora se pratique improbidade diariamente no Estado, da mesma forma que no restante do país, a diferença é que em outros Estados, vez por outra um desses gatunos param atrás das grades.

Em Sergipe nem em sonho acontece uma punição efetiva e exemplar. Não é novidade alguma que nesse Estado, a maioria dos gestores municipais, sempre abusou no descumprimento da lei, pois sempre contaram com a benevolência do modelo de funcionamento dos órgãos fiscalizadores que operam com morosidade de fazer inveja a tartarugas, chegando a levar cerca de 10 anos para analisar uma simples prestação de contas, e ao concluir o faz através de pareceres nem sempre conclusivos, por vezes dúbios, onde normalmente são plantadas as brechas escapatórias.

“Tudo isso porque Sergipe parece ser um Estado onde o comando administrativo muda apenas de gerente, mas continua sendo regido sob a batuta de duas ou três tradicionais famílias em consórcio com meia dúzia de influentes empresários, que monopolizam a obtenção das concessões públicas para prestação de serviços indispensáveis e altamente lucrativos”

Brechas orquestradas - Tais brechas não são geradas por inocência, elas são fruto de interferências orquestradas, que orientam o abrandamento da punição, orientam a aplicação de multas leves, onde um gestor que desvia cerca de R$ 2.000.000,00 (dois milhões), é punido com o pagamento de multa no valor de R$ 2.000,00 (dois mil reais). Tudo isso porque Sergipe parece ser um Estado onde o comando administrativo muda apenas de gerente, mas continua sendo regido sob a batuta de duas ou três tradicionais famílias em consórcio com meia dúzia de influentes empresários, que monopolizam a obtenção das concessões públicas para prestação de serviços indispensáveis e altamente lucrativos. São os detentores do poder econômico.

No Ministério Público, por exemplo, por mais que o promotor tenha vontade de atuar contra uma conduta não recomendável por parte do gestor de um determinado município, o passo inicial depende do comando do órgão, sem esse aval, nada feito.

“Mas não é dessa forma que a coisa funciona, a estrutura desses órgãos abrigam organogramas e regimentos que impedem a plena e imparcial fiscalização dos gestores públicos”.

Elevado custo dos órgãos fiscalizadores - A sociedade arca com um elevado custo para manter os órgãos fiscalizadores, tipo Câmaras e Assembleias, Tribunais de Contas, além das Controladorias e do Ministério Público. É incalculável o montante de recursos utilizados anualmente para manter a esperança da sociedade num trabalho de eterna vigilância ao uso do dinheiro público. São salários atrativos, veículos com motorista por conta do erário, prédios luxuosos, gabinetes refrigerados, tudo isso para sustentar essa rede de proteção que deveria atuar diuturnamente para evitar a dilapidação do patrimônio público.

Esse objetivo somente seria alcançado com um trabalho rigoroso, determinado e imparcial. Mas não é dessa forma que a coisa funciona, a estrutura desses órgãos abrigam organogramas e regimentos que impedem a plena e imparcial fiscalização dos gestores públicos.

“Um dos maiores escândalos envolvendo gestão municipal no Estado de Sergipe, ocorreu no município de Pirambu em 2007”

Exemplo: Pirambu, que fim levou - Enfim uma luz no final do túnel, o Conselho Nacional de Justiça começa a se debruçar sobre o andamento dos processos que apurem atos de improbidade administrativa. Uma solução? Não! Apenas um alento. Mas para a sociedade de um modo geral, e especificamente para os que exercitam a cidadania, não deixa de representar uma evolução sem tamanho.

Um dos maiores escândalos envolvendo gestão municipal no Estado de Sergipe, ocorreu no município de Pirambu em 2007, nesse escândalo o denunciante foi um prefeito em pleno exercício da função que denunciou desvio de recursos públicos, fraude em licitação e superfaturamento da gestão anterior e da própria gestão, ou seja, o alcaide foi réu confesso. Mesmo assim até a presente data a sociedade sergipana não teve a satisfação devida pelos órgãos fiscalizadores, para mostrar como foi ou está sendo conduzido esse processo, quem já foi ou será punido e de que forma.

Lentidão e esquecimento - A única certeza que a sociedade tem é que igual a outros tantos processos dessa mesma natureza, esse se arrastará de forma lenta, dormindo por períodos longos em importantes gavetas, até que a sociedade o esqueça, até que os depoimentos contundentes sejam refeitos, até que as provas desapareçam, até que as testemunhas importantes venham a óbito e enquanto isso, o réu continuará frequentando movimentados ambientes com o ar de cidadão probo, e sendo chamado de autoridade.

“O prefeito Sukita foi para as emissoras de rádio dizer que todos estão equivocados e que o problema dele é a perseguição que sofre por conta da vitalidade da oposição que enfrenta”.

Perseguição em Capela - Em Capela após minuciosa investigação do Ministério Público Federal, que diagnosticou a prática de crimes praticados contra a administração pública, dentre eles o crime de improbidade administrativa. O prefeito Sukita foi para as emissoras de rádio dizer que todos estão equivocados e que o problema dele é a perseguição que sofre por conta da vitalidade da oposição que enfrenta. Sem enrubescer a face o prefeito Sukita convida a todos para constatar que no município tudo está fluindo corretamente, esquecendo propositalmente que a investigação se deu sobre fatos ocorridos em 2007.

São Cristovão - Há cerca de três dias saiu mais uma sentença condenatória proferida pelo Juiz da Comarca de São Cristovão condenando o prefeito Alexandro Rocha por improbidade administrativa, o pune inclusive com a perda dos direitos políticos, porém, todos os que nos últimos meses foram punidos com a perda dos direitos políticos, continuam atuando como se nada tivesse acontecido.

“O rito da punição deveria ser sumário, seria a única forma de proteger a sociedade dessa roubalheira desenfreada”

Considerando que essas condenações são frutos de investigações minuciosas e com provas documentais incontestáveis, o rito da punição deveria ser sumário, seria a única forma de proteger a sociedade dessa roubalheira desenfreada que começa com a nomeação de parentes, passa pelas fraudes em licitações, seguem pelo desvio da merenda escolar, transitam pela negligencia com a saúde pública, a locação de veículos, a contratação de shows e terminam no lixo da impunidade.

Das obras inacabadas e inacabáveis, não é bom nem falar, todos sabem que elas são a grande fonte de irrigação de muitas campanhas eleitorais. Tanto o Ministério Público quanto o Tribunal de Contas sabem que o legislador quando exigiu que as “placas das obras” contivessem a informação do “prazo de execução”, o fez como forma de criar para a sociedade um instrumento de acompanhamento da devida aplicação do dinheiro público. No entanto, nenhum desses órgãos esboça publicamente qualquer reação sobre a omissão da “data de início”, pois sem ela, a informação do prazo torna-se inócua.

Mas fazer o quê? Se o ritmo é sempre muito lento! Precisa-se extirpar a impunidade do dicionário sergipano, afinal o que será deixado para os filhos e netos de todos nós?



domingo, 3 de julho de 2011

OS ESTADOS UNIDOS E SUA ETERNA GUERRA DE CONQUISTAS



Vamos direto ao ponto.


Os governos estadunidenses se acostumaram a sobreviver e se manter através de Guerras de Conquista, cujo objetivo é pilhar, saquear e se apossar do butim!

Travestidos de defensores da democracia, da liberdade de expressão e dos direitos humanos, eles são os maiores transgressores de tais fundamentos.


Eles se impuseram uma “Missão Civilizatória” em relação aos demais povos do planeta, só falta eles proclamarem que estão cumprindo uma Democracia Messiânica!


Tal qual como  os antigos da Macedônia e de Roma, cada um ao seu tempo, eles criaram um sistema de subsistência baseado na expropriação das riquezas dos povos vencidos e subjugados e implantam a PAX AMERICANA.

sábado, 2 de julho de 2011

UM MUNDO ESMAGADO PELA HIPOCRISIA OCIDENTAL


O Fundo Monetário Internacional e o Banco Central Europeu estão violando seus estatutos para salvar bancos privados franceses, alemães e holandeses.

O FMI tem poderes só para fazer empréstimos relativos a balanças de pagamentos, mas está emprestando ao governo grego por razões orçamentárias proibidas a fim de que o governo grego possa pagar aos bancos.

Por Paul Craig Roberts (*)



O BCE está proibido de salvar governos de países membros, mas faz isso de qualquer forma a fim de que os bancos possam ser pagos. O parlamento alemão aprovou o salvamento, o qual viola disposições o Tratado Europeu e da própria Lei Básica da Alemanha. O caso está no Tribunal Constitucional da Alemanha, fato não mencionado nos meios de comunicação e informação dos EUA e do mundo.

O presidente George W. Bush nomeou um imigrante, o qual não se impressionou com a Constituição dos EUA e nem com a separação de poderes, para o Departamento da Justiça (sic) a fim de alcançar a disposição de que o presidente tem "poderes unitários" que o elevam acima da lei estabelecida nos EUA, de tratados e do direito internacional.

De acordo com decisões legais deste imigrante, o “executivo unitário” pode violar com impunidade o Foreign Intelligence Surveillance Act, o qual impede espionar americanos sem autorização obtida junto ao Tribunal FISA.

O imigrante também dispôs que Bush podia violar com impunidade as leis estabelecidas dos EUA contra a tortura bem como as Convenções de Genebra.

Por outras palavras, os “poderes unitários” ficcionais transformam o presidente num César.

Proteções constitucionais, tais como o habeas corpus, o qual proíbe o governo de reter pessoas indefinidamente sem apresentar acusações e provas num tribunal e que também proíbe o governo de recusar a pessoas detidas o devido processo legal e o acesso a um advogado, foram lançados no lixo pelo Departamento da Justiça (sic) dos EUA e os tribunais federais acompanharam quase tudo isto.

Tal como o fez o Congresso, “os representantes do povo”.

O Congresso aprovou mesmo a Lei das Comissões de Tribunais Militares (Military Tribunals Commissions Act), em 2006, assinada pelo nazi da Casa Branca em 17 de Outubro.

Esta lei permite a qualquer um que se alegue ser um “combatente inimigo ilegal” ser sentenciado à morte com base em provas secretas e por “ouvir dizer” [NT]* apresentadas no tribunal militar de imitação colocado fora do alcance de tribunais federais dos EUA.
Os ensandecidos nazis no Congresso que apoiaram esta destruição total do direito anglo-americano mascaram-se como “patriotas na guerra contra o terrorismo”.

A lei designa qualquer acusado pelos EUA, sem apresentação de provas, como parte do Talibã, al-Qaeda ou “forças associadas”, de ser um “combatente inimigo ilegal”, o qual despe a pessoa da proteção da lei.

Nem mesmo George Orwell poderia ter concebido tal formulação.

O Talibã é constituído por povos indígenas afegãos, os quais, antes da intervenção militar dos EUA, combatiam para unificar o país.

Os Talibãs são islâmicos e o governo estadunidense tem outro governo islâmico, como aquele no Irã que resultou do fracasso da intervenção dos EUA nos assuntos internos do país.

Os americanos da “liberdade e democracia” derrubaram um líder iraniano eleito e impuseram um tirano.

As relações entre os dois países nunca se recuperaram da tirania que Washington impôs aos iranianos.

Washington opõe-se a qualquer governo cujos líderes não possam ser comprados para atuarem como seus fantoches. Eis porque o regime de George W. Bush invadiu o Afeganistão, porque Washington derrubou Saddam Hussein e porque quer derrubar a Líbia, a Síria e o Irã.

O primeiro presidente negro (ou meio branco) da América herdou a guerra afegã, a qual tem perdurado por mais tempo do que a II Guerra Mundial sem qualquer vitória à vista.

Ao invés de cumprir suas promessas eleitorais e acaba com esta guerra inútil, Obama intensificou-a com um “incremento” (“surge”).

A guerra já vai em dez anos e o Talibã controla mais do país do que os EUA e seus fantoches da OTAN.
Frustrados pelo seu fracasso, os americanos e seus fantoches da OTAN assassinam cada vez mais mulheres, crianças, aldeões idosos, polícias afegãos e trabalhadores ajudantes. ( Simples erros dos "bombardeios curúrgicos")

Um vídeo tomado por um helicóptero armado dos EUA, desviado para o WikiLeaks e então divulgado, mostra forças americanas, como se estivessem a brincar com video-games, assassinando civis, incluindo o homem da câmara de um importante serviço de notícias, como se estivessem passeando numa rua pacífica.

Um pai com uma criança pequena, que parou para ajudar vítimas moribundas dos jogos de diversão dos soldados americanos, também foi explodido, assim como a criança.

As vozes americanas no vídeo atribuem a culpa da morte da criança ao pai por trazer garotos à "zona de guerra".
Não era zona de guerra, apenas uma tranquila rua civil com civis passeando.

O vídeo documenta crimes americanos contra a humanidade tão poderosamente quanto qualquer prova utilizada contra os nazis após a Segunda Guerra Mundial nos Julgamentos de Nuremberg.

Talvez o máximo de ilegalidade tenha sido atingido quando o regime Obama anunciou que tinha uma lista de cidadãos americanos que seriam assassinados sem o devido processo legal.

Alguém poderia pensar que se a lei ainda tem qualquer significado na civilização ocidental, George W. Bush, Dick Cheney, na verdade todo o regime Bush/Cheney, bem como Tony Blair e outros co-conspiradores de Bush, estariam perante o Tribunal Penal Internacional.

Mas foi para Kadafi que o Tribunal Penal Internacional emitiu mandatos de prisão. As potências ocidentais estão utilizando o Tribunal Penal Internacional, o qual se supõe que sirva a justiça, por razões de auto-interesse que são injustas.

Qual é o crime de Kadafi? O seu crime é que está tentando impedir a Líbia de ser derrubada por um levantamento armado no Leste do país apoiado pelos EUA, e talvez organizado, o qual está a ser usado para afastar a China dos seus investimentos em petróleo na Líbia oriental.

A Líbia é a primeira revolta armada na chamada “Primavera árabe”. Reportagens deixaram claro que não há nada de “democrático” nesta revolta.

O ocidente pressionou por uma resolução de interdição de voo através da sua organização fantoche, as Nações Unidas.

A resolução era "limitada à neutralização da força aérea" de Kadafi.

Contudo, Washington e seu fantoche francês, Sarkozy, rapidamente fizeram uma “interpretação expandida” da resolução da ONU e transformaram-na em autorização para se envolverem diretamente na guerra.

Líbia e seus campos de petróleo & campos de gás

Kadafi tem resistido à rebelião armada contra o estado líbio, o que é a resposta normal de um governo a uma rebelião. Os EUA responderiam da mesma maneira, tal como o fariam o Reino Unido e a França. Mas ao tentar impedir o derrube do seu país e o seu país de se tornar outro estado fantoche americano, Kadafi foi indiciado. O Tribunal Criminal Internacional sabe que não pode indiciar perpetradores reais de crimes contra a humanidade – Bush, Blair, Obama e Sarkozy – mas o tribunal precisa de processos e aceita as vítimas que o ocidente quer demonizar.

Nos nossos tempos pós orwellianos, todos os que resistem ou mesmo criticam os EUA são criminosos.

Exemplo: Washington considera Julian Assange e Bradley Manning como criminosos, porque disponibilizaram informação que revelava os crimes cometidos pelo governo de Washington.

Qualquer um que simplesmente discorde de Washington é considerado uma “ameaça” e Obama pode ter tais “ameaças” assassinadas ou presas como “terrorista suspeito” ou como alguém “proporcionando ajuda e apoio a terroristas”.

Conservadores e liberais americanos, que outrora apoiavam a Constituição dos EUA, são todos favoráveis à trituração da Constituição a fim de ficarem “a salvo de terroristas”.
Eles aceitam mesmo tais intrusões como escaneamentos pornográficos (porno-scans) e apalpações sexuais a fim de estarem “seguros” nos voos em aviões.

Corte Suprema dos EUA

O colapso da lei é geral.
A Corte Suprema dos EUA decidiu que é “liberdade de expressão” para a América ser dominada pelas corporações, não pela lei e certamente não pelo povo.
Em 27 de Junho, essa mesma Corte Suprema avançou com o estado fascista que os seus “conservadores” estão criando ao decidir que o Arizona não pode financiar publicamente candidatos a eleições a fim de nivelar o campo de jogo, atualmente desequilibrado pelo dinheiro corporativo.
A “conservadora” CorteSuprema dos EUA considera o financiamento público de candidatos como inconstitucional, mas não o financiamento da “liberdade de expressão” por parte de interesses nos negócios que compram o governo a fim de dominar o país.
A Corte Suprema dos EUA tornou-se uma funcionária corporativa e legitima o domínio das corporações. Mussolini chamou a este domínio, imposto aos americanos pela Corte Suprema dos EUA, de fascismo.

A Corte Suprema também decidiu em 27 de Junho que a Califórnia violou a Constituição dos EUA ao proibir a venda de vídeo jogos violentos a crianças, apesar da evidência de que jogos violentos treinam os jovens para comportamentos violentos.
Para a Corte Suprema está correto que soldados, cujas vidas estão em causa, serem proibidos, sob as penas da lei, de beber cerveja antes dos 21 anos, mas os idiotas da Corte apoiam convencer crianças a serem assassinos, desde que seja no interesse dos lucros corporativos, em nome da “liberdade de expressão”.

Espantoso, não é, que um tribunal tão preocupado com a “liberdade de expressão” não tenha protegido americanos que protestam contra a guerra não declaradas e prisões inconstitucionais, ou protegido manifestantes de serem atacados pela polícia ou arrebanhados em áreas cercadas distantes do objeto do protesto.

Quando se abre a segunda década do século 21, aqueles que se opõem à hegemonia estadunidense a ao mal que tresanda de Washington arriscam-se a serem declarados “terroristas”.
Se forem cidadãos americanos, podem ser assassinados.
Se forem líderes estrangeiros, seu país pode ser invadido.
Quando capturados, podem ser executados, como Saddam Hussein, ou remetido para o Tribunal Criminal Internacional, como os desafortunados sérvios que tentaram defender seu país do desmantelamento por parte dos americanos.

E os acarneirados (sheeple) americanos pensam que têm “liberdade e democracia”.

Washington confia no medo para encobrir os seus crimes. Uma maioria de americanos agora teme e odeia muçulmanos, pessoas acerca das quais nada sabem exceto a propaganda racista que encoraja americanos a acreditar que há muçulmanos escondidos sob as suas camas a fim de assassiná-los no seu sono.

Os neocoservadores, naturalmente, são os alimentadores do medo. Quanto mais temerosos e acarneirados, mais procuram segurança na polícia do estado neocon e mais vista grossa fazem aos crimes de Washington na agressão aos muçulmanos.


Segurança uber alles. Isso tornou-se o lema de um povo americano outrora livre e independente, o qual já foi admirado, mas hoje é desprezado.

Nos EUA a ilegalidade agora está completa. Mulheres podem ter abortos, mas se derem à luz um bebê morto são presas por assassinato.

Os norte-americanos são um povo tão aterrorizado e abusado que uma mulher idosa com 95 anos morrendo de leucemia e viajando para uma última reunião com membros da família foi forçada a remover a sua fralda de adulto a fim passar na segurança do aeroporto. Só uma população totalmente acovardada permitiria tais abusos da dignidade humana.

Numa entrevista em 27 de Junho à National Public Radio, Ban Ki-moon, fantoche sul-coreano instalado como secretário-geral das Nações Unidas, foi incapaz de responder por que a ONU e os EUA toleravam a carnificina de civis desarmados no Barein, mas apoiavam a indiciação de Kadafi pelo Tribunal Criminal Internacional por defender a Líbia contra rebelião armada.

Kadafi matou muito menos pessoas do que os EUA, o Reino Unidos ou os sauditas no Barein.
Na verdade, a OTAN e os americanos mataram mais líbios do que Kadafi.
A diferença é que os EUA têm uma base naval no Barein, mas não na Líbia.

Não resta nada do caráter NORTE-americano.

Só um povo que perdeu a sua alma podia tolerar o mal que tresanda de Washington.

(*) Paul Craig Roberts  foi Secretário do Tesouro durante o primeiro mandato do presidente Reagan. He was Associate Editor of the Wall Street Journal .

Foi editor associado do Wall Street Journal. He has held numerous academic appointments, including the William E. Simon Chair, Center for Strategic and International Studies, Georgetown University, and Senior Research Fellow, Hoover Institution, Stanford University.

Ocupou vários cargos académicos, incluindo o presidente William E. Simon, Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais, da Universidade Georgetown, e Pesquisador Sênior, Hoover Institution, Stanford University. 

Ele foi condecorado com a Legião de Honra pelo presidente francês François Mitterrand


* NT - [Nota do Tradutor]

hearsay evidence: prova com base em informação que uma testemunha ouviu de outra ao invés de ser baseada no seu conhecimento pessoal (geralmente inadmissível num tribunal legal uma vez que não é prova direta).


Fonte: blog RedeCastorPhoto, via Resistir.Info

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