"Esta noite 200 milhões de crianças dormirão nas ruas, mas nenhuma delas é cubana." FIDEL CASTRO

terça-feira, 12 de abril de 2011

VIOLÊNCIA CONTRA A BLOGUEIRA CIDADÃ

SÃO PAULO: A PSICOPATA E A BLOGUEIRA CIDADÃ


SONIA AMORIM

Quando se fala em violência contra a mulher imediatamente se pensa em sangue: espancamentos, hematomas, cara inchada, ferimentos, olho roxo, tapas, murros, cortes, socos, pontapés, escoriações etc. etc. E a primeira ideia que vem é a de um marido ou companheiro truculento, autoritário, ignorante, que se vale de sua força física para subjugar, humilhar e ferir uma esposa ou companheira por meio da covarde violência física.

Essa é "apenas" uma das modalidades de violência contra a mulher. A mais visível, talvez a mais chocante, a que muitas vezes "dá mídia".

Mas há outras tantas modalidades. Muitas delas surdas, silenciosas, quase invisíveis. E seus agentes vão muito além de maridos e companheiros. E são igualmente covardes e perversas.

Atentem para isso: violência contra a mulher constitui VIOLAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS DAS MULHERES.


Exemplos de Violência Familiar

Irmão que subjugava irmã a mando da mulher psicopata, invejosa e gananciosa.

Mulher psicopata, que manipulava marido, com mentiras e invencionices, para atingir, prejudicar e roubar a cunhada.

Ex-cunhada psicopata, que ocupa grande parte do seu tempo na promoção de linchamento moral e campanha difamatória contra a irmã do falecido marido, à qual inveja, lesa e pretende calar para sempre.

Sobrinhos, incluindo mulheres, oportunistas, de péssimo caráter, que se aproveitam de situação de fragilidade da tia solteira e sozinha para lesá-la, roubá-la.

Insultos, desvalorização, ridicularização, ameaças, constrangimentos, intimidações de psicopata e cúmplices contra ex-cunhada, mantendo-a numa espécie de "cárcere privado", cerceando sua liberdade de ir e vir, violando direitos fundamentais à trabalho, acesso à comunicação, à justiça etc. etc.

Roubo, apropriação indébita, estelionato, fraudes e vigarices de todo o tipo, de psicopata, filho, filhas contra ex-cunhada e tia, em conluio com duas advogadas, agentes públicos do Judiciário e outros, comprometendo sua saúde emocional e psicológica e colocando em risco sua vida e integridade física.


Violência institucional

Ação ou omissão de autoridades do Judiciário, aproveitando-se de seu poder sem qualquer controle para subjugar, calar, lesar, muitas vezes acumpliciando-se com familiares desonestos e desprovidos de escrúpulos.

Prepotência, abuso de poder, negligência, desídia, leniência, corrupção de agentes públicos do Judiciário, que sob a capa de proteção do poder mais poderoso (!) da República tramam, desqualificam, desacatam, mentem, roubam, saqueiam, lesam ... uma mulher a mando de outra, perversa, predadora e alpinista social: psicopata.

Ameaças, constrangimentos, intimidações de agentes públicos armados (policiais), que ao arrepio da lei usam e abusam de seu aparato repressivo para intimidar mulher sozinha, solteira, em situação de vulnerabilidade, cuja única arma é a palavra.

Tudo isso representa violência contra a mulher. Violência em curso, em andamento, em tempo real.

Portanto, a questão é muitíssimo mais ampla e dolorosamente mais grave.

E tem como protagonistas-delinquentes familiares e autoridades do mais poderoso dos poderes da República.

Isto é um alerta e uma denúncia.



Leiam, divulguem, reproduzam se possível.



ACESSEM O BLOG DA AUTORA

quarta-feira, 6 de abril de 2011

PARA QUE SERVEM A ANATEL E A ANEEL?




Em tese uma “Agência Reguladora deve ser responsável pela criação de um ambiente que concilie a saúde econômico-financeira das empresas com as exigências e as expectativas do mercado consumidor, resguardando os interesses nacionais.”


As Agências Reguladoras e Fiscalizadoras foram criadas para defender os interesses do POVO BRASILEIRO e a soberania do BRASIL ou as PRESTADORAS DE SERVIÇO?

Em 25/01/2011, fui surpreendido pela decisão da diretoria da ANEEL de “perdoar” os SETE BILHÕES DE REAIS, que foram cobrados a mais dos consumidores brasileiros pelas distribuidoras de energia elétrica durante oito anos!
O presidente da ANATEL, Ronaldo Mota Sardenberg falou que corrigir o erro poderia criar uma INSEGURANÇA ENERGÉTICA(?) !!!
O sobrenome do sujeito já diz tudo...

Fazer “caridade” com o dinheiro alheio é muito cômodo, mas eles não tem delegação de poderes para praticar doações.

Da mesma forma age a diretoria ANATEL ao fechar os olhos para os desrespeitos das empresas de telefonia.

Agora está vindo à tona os desmandos através de pareceres da Procuradoria da ANATEL, que permite a alienação dos BENS REVERSÍVEIS DAS EMPRESAS DE TELEFÔNIA ESTATAIS.

Será que não basta eles nunca terem questionado as altas tarifas da telefonia celular no Brasil – uma das mais altas do mundo! -, a falta de manutenção nos orelhões em todo o Brasil, etc.........

Por que nunca investiram em ações jurídicas contra a cobrança da assinatura básica?

As empresas não precisam nem gastar com advogados.

ELAS já tem as próprias agências para lhes acobertar com a sua PROCURADORIA!

Sendo assim, EU VOU RECLAMAR A QUEM?


segunda-feira, 4 de abril de 2011

POR ONDE ANDA A JUSTIÇA?

Justiça solta quem desviou dinheiro da merenda escolar…


1ª DAMAS SÃO SOLTAS



A Justiça federal mandou soltar nove das 16 pessoas presas em Alagoas, na semana passada, sob a acusação de desviarem R$ 8 milhões do programa nacional de alimentação escolar para a compra de uísque, vinho, ração pra cachorro e até uma boneca, entre outras mercadorias.

Entre as pessoas liberadas da carceragem da Polícia Federal em Maceió está uma das quatro mulheres de prefeitos envolvidas no esquema – Heloísa Maria Cruz Ferro, primeira dama de Limoeiro de Anadia. Na cidade dela, alunos de uma escola tinham por merenda apenas bolacha e água. Até agora, 10 integrantes do bando foram indiciados por peculato e formação de quadrilha.

 
…e governo prende quem reclamou verbas para o Corpo de Bombeiros



FALOU AVERDADE E FOI PRESO

O major Carlos Burity, do Corpo de Bombeiros Militar de Alagoas, está preso desde sábado porque reclamou da falta de estrutura da guarnição para combater um incêndio ocorrido no Pavilhão do Artesanato da praia de Pajuçara. “Ele colocou assuntos da corporação em público, sem autorização”, alegou o secretário estadual de Defesa Social, coronel Dário César.Burity valeu-se do microblog Twitter para comentar a prisão.

“Decência, personalidade, capacidade! Repressão é termo usado na ditadura! Cumpro determinação e me encontro preso junto com meu filho. PRESO! PRESO! Falei algo demais? Devo mentir? Tô conversando aqui com meu filho!”.

O major reclamou da falta de estrutura da corporação depois que comerciantes vaiaram a ação dos Bombeiros porque o carro deslocado do quartel para debelar o incêndio não tinha água suficiente e teve de ser abastecido.

“Há 16 anos venho sendo feito de palhaço. Todos sabem que faltam viaturas e equipamentos e somos nós que escutamos as reclamações da população como as de hoje. É preciso que todos saibam que a tropa é dedicada e faz o impossível para prestar o serviço ao alagoano”, desabafou o oficial em mensagem no Twitter.Também pelo Twitter, o secretário de Defesa Social, coronel Dário César, exigiu respeito à hierarquia militar. “As organizações militares são fundadas na hierarquia e disciplina através dos séculos. Qualquer tentativa de sua inobservância tem que ser reprimida!”.

Em abril de 2005 o então governador de Alagoas Ronaldo Lessa mandou prender o major Carlos Burity pelo mesmo motivo. Daquela vez, Burity distribuiu mensagem eletrônica aos veículos de comunicação reclamando da falta de estrutura do Corpo de Bombeiros.



Fonte: Brasília Confidencial
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sexta-feira, 1 de abril de 2011

FEITO DE FERRO E DE FLOR

Gregório Bezerra - Uma entrevista histórica - Parte 1



Gregório Bezerra - Uma entrevista histórica - Parte 2



Gregório Bezerra - Uma entrevista histórica - Parte 3




Gregório Bezerra veio ao mundo no pior ano possível. A terra rachada de aridez mostrava a terrível seca que amofinava o leite de todos os animais, do cabrito, da vaca, do ser humano. Logo quando chegou ao mundo, a sua mãe perambulava pelas estradas, em meio à vegetação da caatinga, sem poder ver o verde de uma simples folha, ou da esperança.

Após perder seus pais, ainda menino de calças curtas, foi criança de rua. O mundo quase apenas lhe reservou desgraças. O mundo fez tudo para retirar a sua gentileza, mas nunca conseguiu o vencer. Sua fé no ser humano, seu caráter inabalável, fazem dele um mito, um herói, um exemplo a ser seguido, faz dizer com justiça que ele é um homem de ferro.

Esteve em todas as lutas pela democracia no Brasil ocorridas no século passado. Levantou armas todas as vezes que uma ditadura se instaurou no Brasil. Organizou o povo mais pobre para lutar com a própria vida pela democracia, e por seus direitos. As pessoas que ele defendia, os trabalhadores rurais, tinham condições de vida e direitos tão precários, que na atualidade o Ministério do Trabalho ao encontrar um caso equivalente o classificaria como situação análoga à escravidão.

Ensinou a quem vivia em condições equivalentes à escravidão que eles eram seres humanos, e tinham direitos iguais a todos os outros. Lutou pelos direitos de igualdade entre gêneros, pretendia que uma mulher camponesa recebesse a mesma quantia de salário que um homem, desde a década de 30, até o dia de sua morte.

Foi preso por motivos políticos por todas as ditaduras, ficando por 22 anos em cárcere. Dividiu a cela com Luís Carlos Prestes, e até mesmo com o cangaceiro Antônio Silvino. Viveu exilado na União Soviética, e sofreu preconceito até de alguns de seus companheiros de militância política, que lhe negavam o microfone por ele ser um homem simples do povo. Só teve a oportunidade de se alfabetizar quando tinha 25 anos.

Homem sábio, inteligente, era pacato e gentil, inspirava confiança sendo seguido pelas massas. Um homem de flor, que na vigência da democracia foi eleito o deputado federal mais votado no estado de Pernambuco. Na prisão recebia cartas de amor de mulheres da sociedade, que eram todas rasgadas por sua advogada. Foi fiel por toda a sua vida à sua esposa, que conheceu na vida de camponês.

O golpe de 1964 o torturou de maneira brutal, em praça pública, tudo transmitido pela televisão, para toda a cidade. Ele, à época um homem já de idade, foi arrastado pelas ruas do bairro de Casa Forte com uma corda amarrada em seu pescoço. Seus pés foram banhados em fluído de bateria de automóvel, ficaram em carne viva. Ao ser torturado, só disse algumas poucas frases em defesa de sua dignidade, como após ser xingado de filho de uma puta por um homem de fardas: “Coronel, a minha mãe era uma mulher honrada!”.

O autor deste texto não viveu esta história, nem era nascido. Mas a escuta desde a infância pois os seus avôs, seus tios e seu pai moravam na praça de Casa Forte no dia em que ele foi torturado. Quando os militares começaram a desgraçar Gregório Bezerra, a avó do autor buscou os filhos no colégio e a família se trancou em casa, desligou a televisão. Ouvia-se pelas grades da casa os desesperados gritos dos populares: “Vão matar o homem, é uma desgraça!”.

Quando lhe foi ofertada a liberdade do cárcere, a recusou em sua grandiosidade, em razão de divergências com o partido comunista. Apenas aceitou ser trocado pelo embaixador americano para não prejudicar outros prisioneiros. Faleceu em 1983 sem conseguir ver a democracia ser restabelecida.

Gregório Bezerra nunca teria justiça, caso isso dependesse do Supremo Tribunal Federal, que constrange a todos os brasileiros com a sua decisão sobre a lei da anistia. Em razão deste lamentável julgamento, o Brasil acaba de receber a sua primeira condenação pela Corte Interamericana de Direitos Humanos, que ordena a investigação de todos os crimes contra a humanidade cometidos pela Ditadura Militar brasileira.

Muitos brasileiros lutam pelo estabelecimento de justiça, para que os arquivos de crimes cometidos pelos militares em seus vinte e quatro anos de sombras não sejam escondidos do povo brasileiro, para que os desumanos que torturaram, mataram e fizeram pessoas desaparecer não fiquem impunes.

Um viva a todos que lutaram contra a Ditadura Militar brasileira. Esta luta é de todos que apreciam a democracia, que valorizam a vida. Um viva à Gregório Bezerra, o homem feito de ferro e de flor



REVOLUÇÃO REDENTORA? - NÃO! - FOI UM 1º DE ABRIL!


Tributo ao Regional
Composições: Chico Anisio e Arnaud Rodrigues


Não há considerações gerais a fazer

Tá tudo aí... Tá tudo aí

Para quem quiser ver



Não há considerações gerais a fazer

Tá tudo aí... Tá tudo aí

Para quem quiser ver



Um som perfeitamente leve pro meu corpo

Um som incrivelmente vivo, nada morto



Chia (chia), chia (chia), chia meu cavaquinho

Pia (pia), pia (pia), pia minha flautinha



Não há considerações gerais a fazer

Tá tudo aí... Tá tudo aí

Para quem quiser ver



Não há considerações gerais a fazer

Tá tudo aí... Tá tudo aí

Para quem quiser ver



Um som perfeitamente leve pro meu corpo

Um som incrivelmente vivo, nada morto



Chia (chia), chia (chia), chia meu cavaquinho

Pia (pia), pia (pia), pia minha flautinha



Chia (chia), chia (chia), chia meu cavaquinho

Pia (pia), pia (pia), pia minha flautinha





COMISSÃO DA VERDADE JÁ!



SÓ ISSO INTERESSA!

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